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domingo, 6 de abril de 2014

Mirrorless na Viagem

A primeira experiência da “mirrorless” em uma viagem foi sensacional. A máquina, inclusive, chamou a atenção de um gringo, também turista, no elevador. Ele pegou a máquina, olhou para mim e falou: “it´s Sony”. Respondi: “Yes, it´s small”.
Porém, logicamente, não é tão prática como as compactas. Não dá pra enfiar a máquina dentro do bolso. Na verdade ela vai pendurada pela alça no pescoço, como ela é leve e pequena, comparando-se com outras de sua categoria, não incomoda. Se quiser uma câmera de bolso, esqueça. Vá de compactas!
O que pode ajudar, do ponto de vista prático, é uma “case” mais simples que cubra ela inteira, não a bolsa de transporte, permitindo que se jogue a máquina dentro da mochila sem arranhões ou quebra. Estou pensando nessa possibilidade.
O zoom de sua lente foi muito útil, principalmente nas fotos tiradas do navio. O zoom ótico dela é tão eficiente e suficiente que não me fez usar por nenhuma vez o zoom digital.
Além disso, as “selfies” ficaram ótimas, mesmo na função AF (foco automático). O sistema desfoca o plano de fundo automaticamente, dando à fotografia aquele “ar profissional”. Algo inicialmente inimaginável em se tratando de “selfies”.
Cometi um equívoco de não levar o para-sol quando desci em Tenerife, porém, em apenas uma foto apareceu os “Flares” (raios de sol). Perceba na foto abaixo.

Eu estava à procura de um protetor de lentes, desde sempre, quando comprei a máquina, aproveitei a oportunidade em Tenerife e entrei numa loja de produtos de “origem duvidosa”. Quase comprei um filtro “night and day”, que funcionaria também como protetor de lente, por €15, achei caro e pouco confiável. A embalagem do produto era do tipo genérico e o filtro estava sujo. Por enquanto o para-sol funciona também comomo protetor de lente.
A função pôr do sol, escolhida na função “cenas”, possibilitou uma foto bem bonita, veja:




Por hoje é só pessoal. Abraços!

quarta-feira, 5 de março de 2014

Lentes Intercambiáveis, por quê?


Definidos os parâmetros iniciais de minha futura máquina fotográfica, a saber: semiprofissional e mirrorless, conforme explicado no “post” anterior, outro ponto importante na minha escolha foi por uma máquina que tivesse a sua longevidade ampliada, dentro do panorama melhor custo/benefício, com a possibilidade de troca de lentes, ou seja, me ative, em seguida, na procura por uma câmera com lentes intercambiáveis. Dessa forma, quando a minha lente não for mais suficiente para as minhas necessidades, posso trocá-la por uma de melhor qualidade ou diferente.
A minha câmera veio com uma lente de 18mm-55mm de amplitude da distância focal e f:3.5  de abertura máxima do diafragma, muito boa para uso genérico. É a lente que mais se aproxima da visão humana. Porém, já seria suficiente se a lente fosse de 35mm, mas isso depende muito da necessidade do uso do “zoom”.


O fato é que a grande vantagem da câmera fotográfica com lentes intercambiáveis é essa, cada troca de lente torna o seu produto antigo em novo ou diferente.

Portanto, a lente de uma câmera fotográfica é tão importante quanto os olhos dos fotógrafos. É a alma da máquina. Nesse sentido, deve-se ter em mente, quando da escolha, em oportunizar a possibilidade de um dia se poder trocar a lente da máquina. A Sony, por exemplo, tem mais de 50 opções de lentes para se escolher.

Antes de comprar sua futura máquina fotográfica, que tal pesquisar.


Pesquisei durante uns meses sobre máquinas fotográficas no intuito de comprar um produto que fosse ideal para as minhas necessidades. 
A dúvida inicial era se eu precisaria de uma câmera fotográfica profissional, semiprofissional ou compacta. Esse questionamento inicial foi de fácil solução. Eu sabia que eu não queria carregar uma máquina grande, obrigando-me a pendurar sobre meus ombros uma bolsa enorme só para ela. Também não queria uma máquina compacta, pois queria algo novo e com maiores possibilidades técnicas, “porém nem tanto”, como, por exemplo, a possibilidade de usar o fotômetro, obturador e foco, ou seja, eu não queria uma máquina essencialmente automática. Diante dessas premissas, não tive dúvida em escolher o gênero das câmeras semiprofissionais.
A dúvida seguinte foi entre uma máquina fotográfica do tipo “DSLR” ou “Mirrorless”. Como sou um leigo em fotografia, essa dúvida foi mais difícil de sanar. Pesquisei sobre o assunto. Grosso modo a “DSLR”, que significa “digital single-lens reflex”, cuja tradução livre é “digital lente única reflexa”, é a evolução da câmera fotográfica que usávamos o filme, essas máquinas têm internamente um jogo de espelhos pelo qual passa a luz indo para o filme ou captador, no caso das digitais, ou seja, combina a tecnologia tradicional dos espelhos com a tecnologia digital, além disso, esse jogo de espelhos permite a visualização da imagem a ser fotografada através do visor. Acontece que esse conjunto de espelhos faz dessas máquinas grandes por natureza.
As “Mirrorless”, ao contrário, como a própria tradução da palavra sugere, não possuem espelhos e por isso os corpos das câmeras são bem menores, semelhantes aos tamanhos de máquinas compactas. Essa característica para mim foi fundamental.
Portanto, até esse momento eu sabia que queria uma máquina fotográfica do tipo semiprofissional e “Mirrorless”.

Nos próximos “posts”, detalharei os demais dilemas enfrentados antes de comprar minha máquina fotográfica ideal.