Pesquisei durante uns meses sobre máquinas
fotográficas no intuito de comprar um produto que fosse ideal para as minhas
necessidades.
A dúvida inicial era se eu precisaria de
uma câmera fotográfica profissional, semiprofissional ou compacta. Esse
questionamento inicial foi de fácil solução. Eu sabia que eu não queria
carregar uma máquina grande, obrigando-me a pendurar sobre meus ombros uma bolsa
enorme só para ela. Também não queria uma máquina compacta, pois queria algo
novo e com maiores possibilidades técnicas, “porém nem tanto”, como, por
exemplo, a possibilidade de usar o fotômetro, obturador e foco, ou seja, eu não
queria uma máquina essencialmente automática. Diante dessas premissas, não tive
dúvida em escolher o gênero das câmeras semiprofissionais.
A dúvida seguinte foi entre uma máquina
fotográfica do tipo “DSLR” ou “Mirrorless”. Como sou um leigo em fotografia,
essa dúvida foi mais difícil de sanar. Pesquisei sobre o assunto. Grosso modo a
“DSLR”, que significa “digital single-lens reflex”, cuja tradução livre é “digital
lente única reflexa”, é a evolução da câmera fotográfica que usávamos o filme,
essas máquinas têm internamente um jogo de espelhos pelo qual passa a luz indo
para o filme ou captador, no caso das digitais, ou seja, combina a tecnologia
tradicional dos espelhos com a tecnologia digital, além disso, esse jogo de
espelhos permite a visualização da imagem a ser fotografada através do visor.
Acontece que esse conjunto de espelhos faz dessas máquinas grandes por
natureza.
As “Mirrorless”, ao contrário, como a
própria tradução da palavra sugere, não possuem espelhos e por isso os corpos
das câmeras são bem menores, semelhantes aos tamanhos de máquinas compactas. Essa
característica para mim foi fundamental.
Portanto, até esse momento eu sabia que
queria uma máquina fotográfica do tipo semiprofissional e “Mirrorless”.
Nos próximos “posts”, detalharei os demais
dilemas enfrentados antes de comprar minha máquina fotográfica ideal.

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